16.8 C
Vitória
quarta-feira, 27 maio, 2020

“Chamado de Deus é para amar”

- Continua após a publicidade -

Mais lidas

Toffoli tem resultado negativo em novo exame para coronavírus

Toffoli fará novos exames para descartar 1 falso negativo. Ele foi internado no sábado (23) para realizar uma cirurgia de drenagem de abscesso

Empresários de mais de 100 festivais de música do país assinam manifesto

Grupo se mobiliza para abrir rodas de discussões em busca de saídas e acompanhar a tramitação da Lei de Emergência Cultural no Congresso

Entenda as diferenças entre a caminhada e a corrida

Quem está fora de forma deve iniciar pela caminhada, mas não precisa obrigatoriamente seguir para a corrida com o passar do tempo.

Ministério da Saúde orienta construção de hospitais de campanha em último caso

O Ministério da Saúde divulgou as regras de financiamento para a construção de novos hospitais de campanha para o tratamento de pacientes com o novo coronavírus.

A declaração é da cantora Arianne, que vem ganhando destaque no cenário gospel do Brasil. 

Aos 29 anos, ela se destaca na música cristã contemporânea. A cantora carioca, Arianne começou cedo na música. Os primeiros passos foram ao lado de Fernanda Brum. Ela fez participação em uma das músicas da cantora no Álbum profetizando as nações. Desse dia em diante não parou mais.

Em fevereiro resolveu lançar um projeto diferente na música. Resgatou os clássicos da música cristã congregacional com a participação de cantores de nome no país. “Como cantavam nossos pais” já é um sucesso. Em entrevista à Comunhão Arianne contou como foi seu início na música, careira e projetos futuros. Confira!

Você começou a cantar ainda na infância e começou a fazer carreira na adolescência e com incentivo dos pais. O que te fez seguir a música como atividade profissional?

Eu sempre soube que queria cantar, apesar da timidez, eu não me via fazendo outra coisa. Depois dos 16 anos, as portas começaram a se abrir e naturalmente fui seguindo o caminho que eu tinha sonhado. Muita gente cooperou para que tudo acontecesse, mas em especial, a Fernanda foi essencial para os primeiros passos.

O seu início musical foi com a Fernanda Brum, inclusive fazendo backing vocal. Acha que a participação da cantora no seu crescimento musical foi importante? O que ela representa para você?

Foi extremamente importante, ela era a minha referência ministerial, e também de carreira. Aprendi muito com ela e a considero praticamente uma mãe.

Você enxerga a música como um chamado de Deus na sua vida para levar a mensagem da cruz para outras pessoas? Por que?

Chamado de Deus é para amar, isso serve ao cantor, pedreiro ou advogado. Eu acredito que a música é um dom dado por Deus, e também enxergo diferentes dons em outras profissões. A vida é um chamado à diferença, acredito que revelamos Deus muito mais em nosso dia-a-dia do que propriamente falando dele para pessoas nos eventos gospel. Todo cristão que ama a Deus, naturalmente o revelará nas pequenas ações do cotidiano, a responsabilidade é de todos nós.

Com esse tempo já cantando e ministrando sobretudo para a juventude, o que mais te impactou?

Na verdade não consigo me lembrar de um episódio específico, mas me sinto realizada e com um peso de responsabilidade por ser referência de alguma forma para a juventude. Cada vez que leio ou escuto algo como: A sua palavra hoje mudou a minha vida, ouvindo sua música eu voltei pra Cristo… eu fico impactada.

Em toda sua carreira você já lançou três álbuns, qual o que mais marcou sua vida, o que te impactou? Por que?

Então, na verdade eu lancei 4 álbuns. Mas eu não consigo dizer qual me marcou mais, cada um foi marcante no seu tempo. Quando olho para trás vejo o quanto cada um falou comigo, como eu precisava cantar as coisas que gravei. Fui ministrada por eles em cada época. Por Me Amar, Tempo de Voltar, A Música Da Minha Vida e Outono. Todos foram de extrema importância na minha vida.

Você acaba de lançar um projeto inovador, que é o Releituras, “como cantavam nossos pais”, que une alguns cantores já consagrados no meio gospel, como Priscilla Alcântara.  Conte um pouco sobre esse projeto. Foi algo que nasceu do coração?

Esse projeto é muito especial para mim, e tive um grande cuidado e carinho com ele. Eu sempre amei as músicas antigas, as memórias que vêm com elas… Cresci num ambiente rodeado por essas músicas, meus pais ouviam muitos desses discos e eu costumava desbravar suas coleções para ouvir o que não conhecia. Cantavam no louvor, solavam, minha tia tinha um culto toda a segunda-feira na sua casa no juramento RJ, onde muitas dessas músicas eram tocadas. Então o respeito que tenho por elas é gigante. Não queria que essas músicas fossem esquecidas com o tempo e o trabalho que tantos homens e mulheres tiveram ficasse no passado. Tive também um cuidado para não modernizá-las demais, mas manter a simplicidade e valorizar as letras tão ricas.

Qual o seu parecer sobre a música tocada nas igrejas hoje, em comparação à época que você quer recordar?

No que tange a música congregacional, sem dúvida as letras eram mais cristocêntricas. Não acredito que tudo o que se tem feito na cena gospel hoje em dia seja ruim, vejo uma turma prezando pela qualidade e bom gosto. O que constato com facilidade é uma deterioração do que se pensa no meio evangélico, vemos no que se prega nos cultos, muita coisa rasa e “superespiritual” que reflete também no que se canta. Produzimos muito conteúdo ininteligível, abstrato, com temas desconhecidos por grande parte da sociedade. Sendo assim, a música cristã se torna música de gueto, sem conexão com a cultura vigente. Eu acredito que poderíamos ser mais relevantes na nossa sociedade também através da música.

Qual o seu maior sonho?

Entender e cumprir o meu propósito. Não viver de qualquer jeito, mas estar atenta ao que Deus quer e ao que eu devo fazer.

O que o público pode esperar de Arianne para a música gospel de agora em diante? O que vem por aí?
Tenho alguns projetos que ainda precisam sair do papel,  quero lançar algo novo. Mas daqui a uns dois anos pretendo fazer mais um “Como Cantavam Nossos Pais”. Mas o que o público pode esperar de mim é que eu farei tudo com muito carinho, prezando pela qualidade e a verdade.


Leia mais

Arianne grava EP em homenagem a música cristã brasileira
Como Cantavam Nossos Pais – Primeiro Amor

- Continua após a publicidade -

Revista Digital

- Continua após a publicidade -

Fique Por Dentro

Diante do Trono anuncia congresso online

Diante da pandemia do coronavírus, a banda anunciou o "Congresso Mulheres e Moças" online

GOD Brasil: Como anunciar o que o mundo precisa ouvir?

O God Brasil é um movimento que incentiva o evangelismo intenso no mundo inteiro em um dia

Fé e ciência em tempos de pandemia

Cientistas cristãos respondem questões de fé e ciência em tempos de pandemia. Uma mini Conferência online será realizada entre os dias 26 a 28 de maio sobre o assunto

Festival “VillaMix Em Casa Gospel”

O festival “VillaMix Em Casa Gospel” será dia 30 de maio, com transmissões no YouTube e Facebook. Ana Paula Valadão estão entre as atrações

Receber notícias

Gostaria de receber notícias em primeira mão? Assine gratuitamente agora:

Plugue-se

Em breve, primeiro single de Kemuel Worship Filhos: Lado B

“Algo Novo”, com participação especial de Lukas Agustinho, é o primeiro single do novo projeto de Kemuel 

Daniel Júnior canta “Deus cuida de mim”

Gerado em momento de dor, novo single de Daniel Junior está disponível nas plataformas de streaming, Ouça a canção!

Após saída do Ministério Zoe, Thamires Garcia em nova fase

Thamires Garcia anunciou sua saída do Ministério Zoe em janeiro para seguir carreira solo

Nasce uma estrela na música gospel: Gisa Garcia

Convertida à Cristo desde os 8, Gisa Garcia sempre ansiou em trocar o backvocal do funk pelo microfone principal, porém cantando louvores. E agora prepara seu primeiro EP na música gospel