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sábado, 27 novembro 2021

Caged: Brasil cria 309.114 vagas de empregos formais em junho

Saldo positivo é resultado do maior número de admissões (1.601.001) e menor volume de desligamentos (1.291.887) no mês

Por Patricia Scott 

Em junho deste ano, o Brasil abriu 309.114 empregos formais (com carteira assinada), de acordo com o Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Foram 1.601.001 admissões e de 1.291.887 desligamentos. Os dados foram divulgados, nesta quinta-feira (29), pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho.

“O estoque, que é a quantidade total de trabalhadores no regime CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), os chamados celetistas, ativos, em junho de 2021 contabilizou 40.899.685 vínculos”, aponta o Caged.

Este ano, registra saldo de 1.536.717 empregos, decorrente de 9.588.085 admissões e 8.051.368 desligamentos. De janeiro a junho de 2021, foram criados 1.536.717 postos de trabalho. No primeiro semestre de 2020, houve uma queda registrada de 1.198.363 na abertura de novas vagas formais.

Na comparação com junho de 2020 a julho de 2021, houve também aumento nas admissões: foram de 956.300 para 1.601.001. No período, contabilizado crescimento nos desligamentos: 986.748 para 1.291.887.

O levantamento do Caged ainda revelam uma queda nos pedidos de seguro-desemprego. Os requerimentos passaram de 653.174 em junho do ano passado para 483.233 em junho deste ano. Na comparação com o mês anterior, também ocorreu diminuição nos pedidos. Foram de 527.069 para 483.233.

Secretário comemora retomada da economia
Em seu primeiro dia como secretário-executivo do Ministério do Trabalho, Bruno Bianco, celebrou os dados positivos do Caged. “Estamos chegando ao final de uma crise gravíssima, sem precedentes e o Brasil está mostrando a sua resiliência no mercado de trabalho e mostrando seu acerto em suas políticas econômicas voltadas ao emprego e à previdência social”, ressaltou Bianco.

Ele falou ainda sobre os próximos desafios do Ministério do Trabalho que “já estão mapeados”. “Endereçaremos formalização para aqueles que foram chamados de invisíveis. Será destinada uma renda fixa para essas pessoas e daremos o primeiro trabalho”, enfatizou Bruno Bianco e frisou: “Teremos como palavra de ordem desse ministério a geração de oportunidades”.

“Todos os brasileiros terão sua respectiva caixinha dentro de uma formalização no Brasil”, disse o secretário-executivo, que finalizou: “Empregados formais na CLT e informais em novas formas de contratação. Mais simples, menos burocráticas e com a absoluta segurança jurídica podendo aproximar ambas as atividades e com o menor custo de contratação”.

Com informações Agência Brasil (AG)

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