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terça-feira, 18 janeiro 2022

Brasil e a liberdade de culto

Celebrado dia 07 de janeiro, o dia da Liberdade de culto lembra que todos os brasileiros podem exercer suas crenças de modo livre, sem sofrer perseguições. Apesar da garantia no Brasil, muitos países não respeitam esse direito dos cidadãos

O dia 7 de janeiro é marcado como uma data especial: o Dia da Liberdade de Culto. Data serve para lembrar que todos os brasileiros podem exercer suas crenças de modo livre, sem sofrer perseguições. Porém esse direito não é respeitado em todos os países.

Mais de 260 milhões de cristãos em todo mundo enfrentam perseguição por causa da fé em Jesus. A missão Portas Abertas no Brasil trabalha para que cristãos, que enfrentam perseguição por seguir a Cristo tenham esse benefício garantido.

O pastor Wang Yi é um exemplo na China. Ele foi condenado a nove anos de prisão por “subversão do poder estatal”.

Já no Oriente Médio é comum que o islamismo seja a religião oficial de muitos países. Pregar a Cristo na região é proibido e a mudança de religião pode ser punida com a prisão e até a morte.

Por isso, se alguém deseja levar Bíblias para lá, deve fazer em total sigilo. John (nome alterado por segurança) é um cristão que correu os riscos de propagar o evangelho na região. Ele foi preso por causa da literatura cristã que carregava na bagagem. Mas mesmo na prisão, compartilhou sobre Jesus com um policial e, para a surpresa dele, a autoridade reconheceu Cristo como salvador.

Liberdade religiosa no Brasil

A primeira lei nesse sentido foi assinada pelo presidente Marechal Deodoro da Fonseca em 1890. Na Constituição brasileira de 1988, o artigo 5 trata do assunto: “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”.

Na Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), o artigo 18 prevê a qualquer pessoa o direito de escolher uma fé e segui-la.

“Todo ser humano tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; esse direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular.”

*Com informações de Portas Abertas

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