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quinta-feira, 27 janeiro 2022

Bolsonaro assina nomeação e André Mendonça para o STF

andré mendonça
Foto: reprodução/twitter

Em suas declarações, Mendonça afirmou “comprometimentos” com o Estado Democrático de Direito, bem como com o Estado laico e com a igualdade jurídica “entre todas as partes”

Por Marlon Max

O presidente Jair Bolsonaro assinou na quinta-feira (2) a nomeação de André Mendonça para o Supremo Tribunal Federal (STF). Estavam presentes o vice-presidente Hamilton Mourão, e o próprio Mendonça.

Na quarta-feira (1), o Senado aprovou a indicação de Mendonça para o cargo de ministro do STF, com 47 votos a favor e 32 contra. A previsão é que ele assuma a posição na Corte no dia 16 de dezembro.

Bolsonaro fez questão de lembrar que cumpriu a sua promessa eleitoral de colocar um “terrivelmente evangélico” no STF e cumprimentou a todos os senadores que votaram a favor do ex-AGU.

“Agradecemos aos senadores que votaram favoravelmente ao nome de André para o STF. E agora estamos aqui nomeando o André para o Supremo. E já temos data marcada para a posse, conforme conversamos com o ministro Fux. Será dia 16, Desejamos que o André, ao tomar posse, seja muito feliz (…) e que venha defender a nossa democracia, a nossa Constituição e também a nossa liberdade. Então Deus ilumine o André nessa missão que ele tem pela frente”, destacou.

Ministério pastoral e atuação no Supremo Tribunal Federal

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André Mendonça. Foto: Marcello Casal Jr Agência Brasil

O ex-ministro é pastor da Igreja Presbiteriana Esperança, localizada em Brasília, e teria prometido ao presidente representar um “ideal” cristão na Suprema Corte. Foi a partir desta declaração que o presidente Bolsonaro passou à chama-lo de “terrivelmente evangélico, o que causou polêmica durante os meses de espera até a sabatina.

Mendonça entretendo adotou um tom técnico em discurso e preferiu se afastar da imagem projetada nele de um religioso, com uma agenda restritas a um grupo.

“Me comprometo com o estado laico. A laicidade é neutralidade, não perseguição e não concessão de privilégios por parte do Estado a um credo especifico ou grupo de pessoas”, afirmou. “Significa garantir a liberdade religiosa de todos os cidadãos, inclusive daqueles que optam por não ter religião”.

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