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segunda-feira, 21 junho 2021

Como ter uma vida alegre e frutífera

Beth Moore, Autora best-seller, que lançou “O que aprendi com as videiras”, pela Mundo Cristão, concedeu entrevista sobre detalhes da obra.

Por Marlon Max

Uma das mais prestigiadas conferencistas cristãs dos Estados Unidos, Beth Moore é pouco conhecida no Brasil, cenário que tende a mudar com o lançamento do livro O que aprendi com as videiras: O caminho para uma vida frutífera, publicado em português pela Editora Mundo Cristão.

A partir de uma viagem que a autora fez pela Toscana, Itália, Beth coloca em evidência um dos questionamentos que mais inquietam o ser humano: como alcançar o propósito de uma vida alegre e frutífera? A autora best-seller, já alcançou mais de 22 milhões de pessoas por meio de conferências e livros e, nesse lançamento, compartilha insights inspiradores.

ENTREVISTA

Para ficar por dentro da novidade, Beth concedeu uma entrevista e, no bate-papo, conta detalhes do livro e deixa uma mensagem edificante para os leitores.

O que a levou a escrever O que aprendi com as videiras?

Beth Moore: Cada livro que escrevi surgiu da mesma maneira: um conceito bíblico me cativou e não consegui parar de pensar a respeito. No início, presumo que Deus está me levando a ensiná-lo e, com o passar do tempo, minha curiosidade acerca do assunto fica ainda mais aguçada. Quando os meses passam e eu não consigo me livrar do fascínio que o conceito me causou, tenho certeza de que Deus está prestes a me enviar de volta ao trabalho como escritora.

O que você espera deste livro e como ele ajudará e instruirá os leitores?

Nutro uma esperança e um sonho muito claro e ousado em relação à mensagem de O que aprendi com as videiras: peço a Deus, pela abundância de sua graça e bondade, e para sua própria glória, que a use da maneira que desejar, para aumentar significativamente a produção de frutos na vida de cada leitor.

Conte-nos sobre a Toscana e como sua viagem a inspirou a mergulhar nas Escrituras.

Durante anos, economizei milhas de viagens com a esperança de levar minhas filhas, Amanda e Melissa, a um excelente lugar para passar as férias. Eu queria fazer algo especial por elas, já que, em virtude de minhas muitas viagens a trabalho, tiveram de compartilhar a mãe. Queria fazer algo que jamais se esqueceriam. Era uma grande aventura. Mas nenhum dos pontos turísticos que passamos marcou mais que a Toscana rural. Não imaginei que ficaríamos bem no coração de um vinhedo extenso, ainda mais no fim do período de colheita. Em nossa primeira manhã Toscana, vimos os últimos coletores caminhando pelas fileiras, inspecionando as vinhas, recortando os últimos cachos pesados de frutas. E, foi aí, que o fascínio aconteceu. Esse foi o começo da minha paixão pelas uvas.

Usando a metáfora do vinhedo, você fala de desafios, como o solo rochoso. Como superar os desafios da vida?

Um dos conceitos que me colocaram nessa busca desenfreada por videiras desde o início foi descobrindo que, em condições fáceis, as videiras tendem a produzir muitas folhas, mas poucos frutos. Elas não prosperam em condições perfeitas. Há um ditado que ouvi cedo em minha pesquisa que capta essa noção: Vinhas estressadas produzem vinhos finos.

Relacione tal informação com a metáfora da fecundidade espiritual e, de repente, a maioria de nós começa a se animar com alguma esperança renovada. Se você for como eu, não pode arrumar sua vida por completo. Há muitas pedras no solo. Mas você pode descobrir que, bem ali, nessas condições terríveis, você está muito bem acondicionado para dar ótimos frutos.

O que você espera da repercussão do livro O que aprendi com as videiras?

Espero, a ponto de ficar com um nó na garganta, que cada leitor abrace o fato de que, em Cristo, ele ou ela tem um lugar. Nesse lugar, nossa vida é significativa, nossa dor tem um propósito, nossos esforços são valiosos e nosso talento, por mais óbvio ou oculto que esteja, encontra eficácia. Muitas pessoas se sentem deslocadas, esquecidas, superadas ou fora do que quer que seja. A competição por um lugar neste mundo, incluindo o âmbito dos cristãos, é implacável e desmoralizante. Cada um de nós tem um lugar importante porque somos convidados a habitar em alguém que nos faz importantes. Nele, ninguém está excluído de uma vida imensamente frutífera.

CLIQUE NA IMAGEM E LEIA PARTE DO LIVRO “O QUE APRENDI COM AS VIDEIRAS”

livroSobre a autora

Beth Moore é autora de vários best-sellers e palestrante de renome internacional.

É fundadora do ministério Living Proof, que visa incentivar mulheres a conhecer e amar Jesus Cristo por meio do estudo das Escrituras. Casada há quarenta anos, reside com seu marido, Keith, em Houston, no Texas. É mãe de duas filhas e avó de três netos.

 

 

 

 

Com informações da Editora Mundo Cristão

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