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segunda-feira, 15 agosto 2022

Augustus Nicodemus alerta para perseguição no mundo

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Foto: Reprodução

Ao publicar um artigo nosite Coalização pelo Evangelho, Nicodemus, que é vice presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil afirmou: “Dias difíceis à frente”

Em um artigo publicado no site Coalização pelo Evangelho, o Rev Augustus Nicodemos, vice presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, chamou atenção sobre o momento que vive o mundo. E alertou para as constantes perseguições.

“A história da Igreja está cheia de registros de perseguições, prisões e morte em regimes totalitários de cristãos que se recusaram a negar a fé, a deixar de se reunir ou que ousaram pregar publicamente a palavra de Deus”, contextualizou o reverendo, no texto publicado no site do movimento Coalizão Pelo Evangelho.

Nicodemos frisa sobre o preço que temos que pagar por seguir a Cristo e isso é bíblico. “Fomos avisados pelo Senhor Jesus de que seríamos odiados e perseguidos pelo mundo (Mt 24.9; Mc 13.13). Não resta dúvida quanto a esse aspecto. Diversas vezes nosso Mestre nos alertou quanto ao ódio do mundo para com Ele e para conosco (Jo 15.18-19)”.

Porém, em alguns países ainda há alívio. Exemplo disso é o Brasil. “Nos países democráticos, por exemplo, os cristãos vêm desfrutando de liberdade de religião e de expressão já há séculos, pelo que deveríamos ser gratos a Deus”, acrescentou.

Sinais preocupantes

O alerta, no entanto, são para os sinais que ele chama de ‘preocupantes’, que vêm sendo registrados. “Temos notícias de que o partido comunista chinês intensificou sua perseguição implacável contra os cristãos na China, ameaçando retirar benefícios sociais das famílias que se recusam a abandonar a fé cristã”, ilustrou.

Outro exemplo de perseguição citado por Nicodemus é em Nova York, nos EUA, onde o prefeito ameaçou fechar igrejas e sinagogas na cidade. “Os evangélicos reagiram com declarações e protestos, por enquanto. Percebemos no nosso próprio país uma indisposição em alguns estados em permitir que as igrejas voltem a se reunir plenamente, mesmo quando o comércio, shoppings, e outras instituições já foram liberadas”, relatou.

O pastor alerta para ter cautela “para não projetarmos nossos medos nos eventos e enxergarmos aquilo que não existe, mas ao mesmo tempo, considerando os avisos de Cristo e a história da igreja, tanto antiga quanto moderna, devemos nos preparar para dias difíceis à frente”.

“Assistimos no mundo inteiro acontecimentos que apontam para o declínio da civilização ocidental, a qual teve seu fundamento na influência do Cristianismo após a Reforma Protestante. Talvez a nossa geração assistirá a uma das maiores mudanças culturais da história. Mas, não temamos. Nosso Senhor Jesus Cristo já nos avisou dessas coisas. Ele prometeu que estaria conosco nos momentos de crise. Nossa pátria é celestial (Hb 11.16)”.

*Com informações de Coalização pelo Evangelho

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