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domingo, 18 DE janeiro DE 2026

Atividade aquecida no Brasil e petróleo elevam Ibovespa

Ibovespa sobe com crescimento do PMI e valorização do petróleo no Brasil.
Crescimento do PMI e valorização do petróleo impulsionam o Ibovespa. Foto: ES Brasil

Crescimento do PMI e valorização do petróleo impulsionam o índice

A valorização do petróleo e novo indício de aquecimento da atividade brasileira estimulavam alta do Ibovespa praticamente desde a abertura dos negócios nesta terça-feira, 6. Entre a mínima e a máxima, o principal indicador da B3 saltou cerca de 2.100 pontos, com avanço quase generalizado na carteira teórica com 85 papéis.

O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços do Brasil subiu de 50,1 pontos em novembro para 53,7 pontos em dezembro, indicando a expansão mais rápida em mais de um ano. Leituras acima de 50 pontos indicam expansão da atividade. Os dados foram divulgados nesta manhã pela S&P Global, que destaca que houve uma melhoria substancial na demanda por serviços, com as vendas crescendo pelo segundo mês consecutivo e na maior proporção desde novembro de 2024.

“O PMI é um indicador importante, de um observador externo sobre a nossa atividade. Serviços estão em alta. Isso mostra que a economia brasileira está rodando”, diz Pedro Cutolo, estrategista da One Wealth Management.

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Além da alta do Ibovespa, o real se valoriza em relação ao real. “Os juros futuros é que estão meio desanimados”, afirma Cutolo, ao referir-se ao viés das taxas futuras nesta manhã. Neste ambiente de atividade aquecida, avalia, não tem razão para corte de juros em janeiro ou março. Ele espera queda iniciando em abril.

Já o petróleo sobe em torno de 0,60%, enquanto o minério de ferro subiu 0,69% em Dalian, na China. Em dia de agenda escassa, o destaque são PMIs no exterior e no Brasil, além da divulgação da balança comercial de dezembro e de 2025, às 15 horas, seguida de entrevista. O vice-presidente e ministro do Mdic, Geraldo Alckmin, fará a abertura da entrevista coletiva.

Os investidores continuam acompanhando os desdobramentos geopolíticos da destituição do presidente venezuelano, Nicolás Maduro. “O principal tema nos mercados globais continua sendo a Venezuela, mas isso não tem tido grandes implicações sobre preços de ativos”, pontua em comentário matinal, o economista Carlos Lopes, do Banco BV.

Com informações da Estadão Conteúdo – Economia, Maria Regina Silva

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