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terça-feira, 9 agosto 2022

Ataque em igreja deixa 24 mortos em Burkina Faso

Burkina_Faso
Deslocados, que fugiram de ataques de militantes armados na cidade de Roffenega, armam tenda em Pissila, em Burkina Faso, em foto de 23 de janeiro (Foto: Reuters/Anne Mimault)

Cinco soldados também foram mortos na explosão de uma bomba de fabricação caseira na mesma região, palco frequente de ataques extremistas islâmicos

Um atentado terrorista em uma igreja evangélica deixou 24 mortos e 18 feridos em Burkina Faso no domingo (16). Na segunda-feira, autoridades do país oeste-africano confirmaram que um pastor está entre as vítimas, e estava no culto no momento do ataque.

Representantes do governo local informaram à agência Associated Press que 20 pessoas participaram do ataque. A ação visava atingir cristãos da cidade de Panzi, província de Yagha.

Os feridos foram levados para o atendimento nas cidades vizinhas de Sebba e Dori. Na semana passada, um grupo de jihadistas invadiu Sebba e sequestrou sete pessoas na residência de um pastor. Três dias depois, cinco pessoas foram encontradas mortas, incluindo o pastor, de acordo com o governador da região do Sahel.

Os ataques atribuídos a grupos jihadistas contra igrejas ou religiões cristãs se multiplicaram recentemente no país.

Yagha 

Atentado terrorista em igreja evangélica deixou ao menos 24 mortos na província de Yagha, leste do país.

Local onde foi o ataque

Soldados mortos

Em outro incidente no domingo, cinco soldados de Burkina Faso morreram na explosão de uma bomba de fabricação caseira, ao passarem com um veículo militar pelos arredores da província de Lorum, norte do país.

“Um veículo de uma unidade militar de Banh passou por cima de um artefato explosivo improvisado na manhã de domingo” na província de Loroum, informou à France-Presse uma fonte policial.

A violência extremista provocou uma crise humanitária com milhares de imigrantes e refugiados. Mais de 1.300 civis foram mortos em 2019 no país. O número é sete vezes maior que no ano anterior, de acordo com a ONG Armed Conflict Location and Event Data Project, que coleta e analisa informações de conflitos.

*Com informações do G1

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