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segunda-feira, 21 junho 2021

Ataque extremista causa mais de 130 mortes em Burkina Faso

O país enfrenta uma onda de violência e o governo encontra dificuldades para conter os incidentes

Por Marlon Max

O fim de semana começou com notícias do agravamento da crise no país Africano de Burkina Faso. De acordo com a missão Portas Abertas, a nação ocupa a posição 32 na Lista Mundial da Perseguição 2021.

Na madrugada do sábado (5), ataques de grupos extremistas islâmicos ceifaram a vida de 132 pessoas em Solhan, cidade da região norte de Burkina Faso. Homens armados invadiram vilarejos na cidade, produzindo o que o governo já considera o mais violento ataque dos muitos que já ocorrem com maior intensidade desde 2015.

Ainda segundo Portas Abertas, na noite da sexta-feira (4), outro ataque parecido aconteceu em Tadaryat, outro vilarejo na mesma região, 14 civis foram mortos.O governo de Burkina Faso e os grupos extremistas islâmicos têm enfrentado uma série de conflitos com consequências trágicas. Nos dois casos recém-ocorridos, os militantes entraram nos vilarejos com o objetivo de enfraquecer as forças de defesa governamentais instaladas ali.

Em seguida, começaram a invadir casas e matar também os moradores das comunidades. O presidente do país, Roch Kabore, declarou um luto oficial de três dias pelas vítimas e falou à população através de uma rede social: “Devemos permanecer unidos contra as forças do mal”.

Desde meados de maio, o exército nacional tem fortalecido iniciativas armadas para conter a onda de violência. Acredita-se que os ataques sejam um tipo de resposta às medidas de segurança executadas pelo governo federal. Ainda não há notícias se os ataques tinham cristãos como alvo, ou se famílias cristãs foram atingidas pela ação violenta.

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