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terça-feira, 18 maio 2021

Caso Lula: Associação Brasileira de Mídias Evangélicas se pronuncia

Entidade que representa as Mídias Evangélicas do Brasil, publicou nota de repúdio quanto a decisão, que chamou de “monocrática”, do ministro Edson Fachin, que anulou todas as condenações do ex-presidente Lula

Pelo visto não foi só a liderança evangélica brasileira que demonstrou indignação em relação a decisão do ministro do STF, Edson Fachin, em anular todas as condenações do ex-presidente Lula. Por nota, a Associação Brasileira de Mídias Evangélicas (ABME) demonstrou “consternação e perplexidade” pela atitude de Fachin, a qual chamou de “monocrática”.

“Como expressou o Exmo. Sr. Ministro do STF Marco Aurélio de Mello, em entrevista concedida à Rádio Bandeirantes na terça-feira, 09, o sentimento é de “perplexidade generalizada” diante deste ato, classificado por ele como “péssimo para a imagem do Judiciário”, diz a nota.

A decisão de Fachin anula as condenações de Lula pela justiça federal do Paraná, relacionadas às investigações da Operação Lava Jato. E com isso, o ex-presidente volta a ser elegível.

Pedido de justiça

Alguns líderes evangélicos, como o pastor Silas Malafaia, Assembleia de Deus Vitória em Cristo, demonstraram insatisfação em suas redes sociais. “É o fim do poço da moralidade. Isso clama os céus que a justiça divina entre em ação sobre esses homens. Deus tenha misericórdia do Brasil!”, declarou o pastor.

A Associação Brasileira de Mídias Evangélicas, cujo órgão também preconiza a ética e os princípios cristãos, pautados na Palavra de Deus, também fala em justiça, “que há de prevalecer”, nesse caso. E complementa dizendo que “A ABME reitera a sua confiança nas instituições públicas e aguarda, serenamente, o pronunciamento do pleno do STF”.

A ABME

Associação foi criada em julho de 2013, tendo entre os seus filiados emissoras de TV, rádios, jornais, revistas, veículos eletrônicos e digitais sediados no Brasil.

Tem em seus propósitos, a finalidades de congregar os veículos atuantes na mídia evangélica brasileira e os seus profissionais, de modo a criar oportunidades de intercambio e troca de experiências, qualificação permanente e, ainda, servir ao país, pelos meios a seu alcance para observância dos dispositivos da Constituição do Brasil que asseguram a liberdade expressão e de pensamento.

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