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domingo, 16 junho 2024

Ato de ofertar precisa ser planejado

Seja qual for o tipo de oferta, o ofertante jamais pode doar com o intuito de receber algo em troca de Deus. Foto: Freepik

Assim como o dízimo, as ofertas devem fazer parte do orçamento do crente, de forma a não correr o risco de dar a Deus apenas o que sobra

Por Cristiano Stefenoni

Muita gente começou o ano com planos para perder peso, passar em um concurso, trocar de carro… Quantos se planejaram para melhorar o hábito de ofertar na igreja? Diferentemente do que muitos pensam, não é apenas o dízimo que deve ser programado. A oferta também tem que parte do orçamento. O crente precisa se organizar para dar a Deus, em gratidão, aquilo que foi generosamente separado, em vez de dar o que sobrou.

“A disposição em entregar as ofertas mostra nossa gratidão ao Pai Celestial por todas as bênçãos que Ele nos dá. Ter esse entendimento revela quem domina nosso coração. Ofertar é tão importante como dizimar”, afirma o Pr. Leonardo Mercier, presidente da Igreja Assembleia de Deus em Novo México (Adenom).

O pastor explica que o ato de ofertar faz parte da adoração a Deus e que as Escrituras dão vários exemplos sobre a importância desse hábito. “Na Bíblia, as ofertas são atos de doação e sacrifício feitos pelos crentes como um meio de adoração a Deus. Elas podem ter diferentes formas, como ofertas de gratidão, ofertas de sacrifício e ofertas de primícias, e são mencionadas em várias passagens bíblicas, como Levítico 1-7, Malaquias 3:10 e 2 Coríntios 9:6-7”, justifica Mercier.

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Segundo ele, nos tempos bíblicos, os motivos que levavam alguém a ofertar iam além da gratidão. “As ofertas fluíam dos corações de servos movidos pelo desejo de ir além de sua contribuição dizimal, quer por mera gratidão, quer por uma causa específica colocada por Deus perante eles, quer por uma necessidade extrema de auxílio”, diz.

Além disso, o pastor Mercier ressalta que algumas ofertas não precisam ser, necessariamente, em valores monetários, mas em bens. “A oferta pode ser dada em forma de bem material também, sendo que aquele bem ou imóvel tenha como objetivo ser utilizado no crescimento da obra de Deus. Essa prática era comum na igreja primitiva, onde vários membros vendiam seus bens e colocavam aos pés dos apóstolos para o crescimento da obra de Deus”, afirma.

Contudo, seja qual for o tipo de oferta, o ofertante jamais pode doar com o intuito de receber de Deus algo em troca. “Não veja o ato de ofertar como barganha ou troca com Deus. Faça de coração grato, pois isso atrai as bênçãos de dEle. Lembre-se de ser fiel a Deus em tudo, inclusive na prática dos dízimos e das ofertas. ‘Honre ao Senhor com todos os seus recursos e com os primeiros frutos de todas as suas plantações; os seus celeiros ficarão plenamente cheios, e os seus barris transbordarão de vinho (Provérbios 3:9-10)’”, conclui o pastor.

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