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domingo, 14 DE julho DE 2024

Lugar de mulher é…

Grupo de mulheres. Foto: Reprodução

‘Mais importante é estar aos pés de Jesus, como Maria’, diz teóloga Alana Carla Farias, ao descrever o lugar da mulher na sociedade.

Por Lilia Barros

A frase “Lugar de Mulher é onde ela quiser”, ganhou notoriedade no Mês da Mulher, especialmente nos debates sobre a posição delas na sociedade. A expressão que virou clichê busca mostrar o poder de escolha da mulher sobre sua própria vida e também escancarar uma série de injustiças cometidas contra elas ao longo dos séculos.

De fato, no mês de março, não faltam assuntos sobre o universo feminino, com ênfase na identidade delas na sociedade. Sobre isto, a teóloga Alana Farias, de 28 anos, explicou, através de suas redes sociais, que o mais importante é estar aos pés de Jesus, assim como fez Maria.

Mestre e cursando doutorado em Ciências da Religião, Alana tem contato com os desafios e as dores de meninas e mulheres que buscam seu espaço, seu lugar na sociedade. Ela descreve como a mulher tem sido pressionada a entregar para a sociedade diferentes funções. Não só a sociedade, mas também a “religiosidade”, segundo a teóloga, tem acrescentado muitas cobranças sobre a mulher. Segundo Alana, o somatório de tantas exigências resulta em um peso difícil de suportar.

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“A nossa identidade como filhas de Deus não depende de uma lista de afazeres, mas da sua graça em nossas vidas. Uma vez que entendemos isso, cumprimos todas as nossas obrigações diárias com leveza e glorificando a Deus. Precisamos ser excelentes profissionais e buscar renda para a nossa casa, mas também temos que cuidar dos afazeres domésticos e deixar o nosso lar impecável. Ao mesmo tempo, precisamos dar atenção aos nossos maridos e filhos (no caso das casadas) e realizar tudo isso com a aparência perfeita, cabelos arrumados, unhas feitas e cheirosas”, exemplifica a teóloga.

Segundo ela, o ministério da mulher deve começar no lar, mas não precisa de limitar a ele. “Em uma sociedade que desvaloriza a mulher, pregar o valor que cada uma tem em Jesus é um ato revolucionário. Em um mundo que ensina valores distorcidos, lembrá-las que a verdadeira liberdade está na cruz de Cristo é ser contracultural. Que privilégio pregar o Evangelho de Jesus!” 

Alana chama a atenção para que as meninas e mulheres não esqueçam do que realmente importa, que é estar aos pés de Jesus, como Maria fez. “Jesus quer primeiramente o nosso coração, não as nossas obras. Elas são apenas consequências da nossa fé”.

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