O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, prometeu uma resposta “forte” e “sólida” depois das ações violentas de dois palestinos na Cidade Santa
Por Patricia Scott
Após dois ataques terroristas na capital há poucos dias, Israel divulgou que está elevando o alerta de terror ao nível mais alto. A onda de violência aumentou os temores de uma espiral de derramamento de sangue.
Em uma das ações violetas, que ocorreu na noite da última sexta-feira (27), um atirador palestino, de 21 anos, matou sete pessoas, além de ferir outras três, ao lado de fora de uma sinagoga na Jerusalém Oriental. Já em outro ataque, um palestino de apenas 13 anos do leste de Jerusalém abriu fogo, ferindo gravemente duas pessoas antes de ser baleado por pedestres.
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É importante frisar que o alerta de segurança israelense inclui a mobilização de batalhões adicionais para Jerusalém e Cisjordânia em meio à escalada de violência. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, realizou reunião de emergência, no sábado (30), com o gabinete de Segurança para discutir o curso de ação. Ele prometeu uma resposta “forte” e “sólida” aos ataques realizados por dois palestinos em Jerusalém Oriental, parte da Cidade Santa ocupada e anexada por Israel.
Ao final de uma reunião, ainda noite de sábado (30), o gabinete de Segurança israelense anunciou a revogação dos direitos à Segurança Social de “famílias de terroristas que apoiam o terrorismo”. Foi também divulgado que um projeto de lei que visa revogar as “carteiras de identidade israelenses” para esta mesma categoria de famílias será discutido no Conselho de Ministros.
Os últimos episódios de violência ocorrem após a morte, na última quinta-feira (26), de nove palestinos, incluindo combatentes e um idoso de 60 anos. Isso aconteceu em uma invasão do exército israelense em Jenin, na Cisjordânia, território palestino ocupado por Israel desde 1967.
Com informações do l24News w Uol

