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terça-feira, 16 agosto 2022

André Mendonça toma posse como ministro do STF

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Foto: Reprodução/ Youtube

Convenção Nacional das Assembleias de Deus Ministério Madureira (Conamad) preparou um “culto de ação de graças” para Mendonça, em Brasília, após a posse. André Mendonça é pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil

Por Priscilla Cerqueira e Weslley Galzo

Depois de travar uma guerra nos bastidores para ter sua indicação aprovada no Senado, André Mendonça assumiu nesta quinta-feira, 16, a vaga de 11º ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) sob a alcunha de “terrivelmente evangélico”. O termo foi cunhado pelo presidente Jair Bolsonaro, que vai comparecer à cerimônia de posse.

Participaram da solenidade o presidente da república, o vice-presidente Hamilton Mourão, também o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). Os ministros Gilmar Mendes e Cármen Lúcia foram os dois únicos do STF que não participaram presencialmente da cerimônia.

A Convenção Nacional das Assembleias de Deus Ministério Madureira (Conamad) preparou um “culto de ação de graças” para Mendonça, em Brasília, logo após a posse. Bolsonaro, a primeira-dama Michelle e Mendonça confirmaram presença no culto.

O novo ministro foi aprovado pelo Senado no início de dezembro,  com o placar de 47 a 32 cotos. O ex-advogado-geral da União assumiu a vaga que foi do ministro Marco Aurélio de Mello, que se aposentou ao completar 75 anos.

Apoio da liderança evangélica

Nos últimos meses, nomes de peso da liderança evangélica no Congresso trabalharam intensamente pela aprovação de Mendonça no Senado.

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Foto: Estadão conteúdo

“Foi um processo longo, difícil, mas de muito aprendizado. É uma demonstração que podemos vencer com humildade e esforço.

Numa história tão difícil, de tantas caminhadas por este Senado, podemos vencer com integridade, mesmo quando muita gente, e até muita gente poderosa, não acredita na gente”, disse André após sabatina no senado.

Processos

O novo ministro vai herdar dois processos sob relatoria de Marco Aurélio Mello que dividem setores progressistas e conservadores.

O primeiro trata da taxação de grandes fortunas. No outro caso, ele dará o voto de desempate no julgamento que analisa se detentas transexuais e travestis têm direito de optar por cumprir a pena em presídios masculinos ou femininos.

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