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domingo, 24 outubro 2021

“Amigo Meu”: primeiro lançamento em português de Aliandra

A cantora conta que o single surgiu do desejo de escrever algo que refletisse o que o Senhor lhe revelou neste tempo incerto da pandemia

Por Patricia Scott 

A cantora Aliandra apresenta seu novo single autoral “Amigo Meu”, que nasceu durante a pandemia, pelo selo In His Presence Label. A canção é o primeiro lançamento da artista em português, que debutou no cenário musical em 2020 com a música “Deeper”, que já rendeu mais de 25 mil plays no Spotify, e o clipe conta com mais de 11 mil visualizações.
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“A mensagem é sobre Deus ser tão poderoso, soberano, criador de tudo e, ao mesmo tempo, ser nosso amigo, nosso Pai, tão próximo e íntimo. Em tempos em que podemos nos sentir como se estivéssemos sozinhos ou como se tudo fosse grande demais diante de nós, temos um Deus que é maior que qualquer coisa e que está mais próximo do que imaginamos. Gravei a voz direto da minha casa, e o William Augusto produziu na Espanha”, detalha.

Aliandra afirma que “Amigo Meu” surgiu do desejo de escrever algo que refletisse o que o Senhor lhe revelou durante esse tempo incerto da pandemia. A opção em gravar em português, segundo ela, é uma forma de fazer com que a canção seja uma declaração para o povo brasileiro de que Deus é próximo, não distante.

“Componho em inglês e português. Porém, por ter sempre consumido mais música em inglês, algumas vezes consigo expressar alma e emoções muito melhor nesse idioma, em vez do português”, explica a cantora, que continua: “Deeper também foi a canção que eu tinha acabado de escrever. Estava fresca ainda no meu coração, e percebemos o peso da mensagem que ela carrega. Sentimos que era perfeita para começar. Nesse novo projeto, percebi diferença gravando em português. É muito legal descobrir o processo por trás de uma música lançada”.

Trajetória
Envolvida com a música desde os cinco anos de idade, Aliandra começou cantando na igreja e em apresentações de Natal. Com tios músicos, ela cresceu assistindo a concertos e orquestras. Com pais colecionadores de CDs, principalmente internacionais, a cantora começou a se profissionalizar aos dez anos. Dois anos depois, ela escreveu as primeiras composições.

“Na minha infância ouvia muito Hillsong (quem não, né?), depois passei a ouvir Bethel Music e os artistas de lá. Com certeza, fui muito influenciada pela Steffany Gretzinger principalmente quando se trata na franqueza e emoção das letras. No Brasil, acho que minha maior influência musical na adolescência foi Heloísa Rosa com músicas lindas, bíblicas e profundas. Acho que definiria minha sonoridade como indie, meio popular também. Gosto do básico e do “menos é mais” e, ao mesmo tempo, amo a riqueza e o leque de possibilidades”, revela a artista.

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