O pastor Bill Hull mostra por que os modelos existentes de evangelismo e discipulado falham em realmente formar seguidores de Jesus
Por Patricia Scott
Jesus escolheu 12 homens para discipular. Ou seja, eles atenderam ao chamado para serem alunos do Mestre. Assim, ao caminharem lado a lado com o Messias, receberam ensinamentos acerca do Pai e de um novo estilo de vida.
Dentro dessa perspectiva, é importante frisar que o discipulado ocorre quando alguém responde ao chamado para aprender a viver como Jesus. Então, o resultado final é que o discípulo se torna o tipo de pessoa que naturalmente faz o que Cristo fez.
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No livro “Conversão e Discipulado”, lançamento da Thomas Nelson, o escritor e pastor Bill Hull destaca que o modo como a igreja entende a salvação e o Evangelho é a chave para recuperar uma teologia bíblica do discipulado. Uma pessoa pode professar ser cristã e ainda assim viver com a impressão de que não precisa realmente seguir a Jesus, segundo o autor. “Ser um seguidor de Cristo é visto como algo opcional, e não um requisito. É como se fosse uma escolha, não uma exigência. Ser cristão hoje não tem conexão com a ideia bíblica de que somos formados à imagem de Cristo”, avalia.

Em “Conversão e Discipulado”, Bill Hull mostra por que os modelos existentes de evangelismo e discipulado falham em realmente formar seguidores de Jesus. Ele analisa a importância de recuperar uma visão robusta do Evangelho e de levar a sério a conexão entre conversão – responder ao chamado para seguir Jesus – e discipulado – vivendo como Aquele que a pessoa afirma seguir.
Sobre o autor
Bill Hull dedica a vida ao pastoreio, ao ensino e à escrita sobre a ordem de Cristo de fazer discípulos. Os meios principais de Bill para avançar em sua missão como evangelista de discipulado tem sido o pastoreio durante 20 anos, o ensino em mais de 50 países e a autoria de mais de 20 livros. No momento, Bill Hull é líder do Projeto Bonhoeffer, que tem como foco a criação de líderes discipuladores.


