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sábado, 13 agosto 2022

4 dicas essenciais para boa gestão eclesiástica

Foto: Reprodução

A igreja, como qualquer instituição, precisa de uma administração jurídica e administrativa que não despreze a qualificação profissional

Por Patricia Scott 

A igreja, como qualquer instituição, precisa de uma gestão jurídica e organizacional. Por isso, é imprescindível a administração eclesiástica. Ou melhor, a tarefa de organizar, administrar e direcionar a congregação é fundamental para o desenvolvimento ministerial. Vale lembrar que, apesar de ser uma organização sem fins lucrativos, a gestão humana não deve ser desprezada.

Para uma boa administração eclesiástica, é fundamental o planejamento. Ele deve ser pautado com organização e estratégia, seguindo todas as diretrizes jurídicas. Confira 4 dicas essenciais para o bom desenvolvimento administrativo da igreja.

1 – Priorize o tempo
Este é um dos maiores desafios de um gestor. A maioria dos métodos de organização do tempo é pautada em planejar a ordem das tarefas por prioridade. Se você faz a coisa mais importante primeiro, seu dia tem chance de render mais.

Analise os seus picos de produtividade, seu tempo disponível e o que atrapalha você. Assim, fica mais fácil organizar a agenda. Então, aproveite seu período mais produtivo para fazer as tarefas mais densas e use os horários em que você está menos focado para fazer reuniões ou tarefas mais leves.

2 – Delegue tarefas
Não queira “abraçar o mundo”, pois ficará sobrecarregado tentando realizar todas as tarefas. Isso não é saudável nem produtivo. Aprenda a delegar tarefas para os liderados.

Conheça a equipe para considerar o perfil das pessoas para a execução de cada trabalho. Seja claro sobre a tarefa: o que é, quem fará e qual o prazo. Proporcione treinamentos para a equipe. Acompanhe os processos e esclareça dúvidas.

3 – Comprometa-se com os valores da igreja
Seja voluntário ou não, cada colaborador da administração eclesiástica precisa ser de confiança, além de comprometer-se com os valores da instituição. A dica não cabe apenas para pessoas do setor administrativo/financeiro, mas também para os que pertencem a outras áreas da igreja.

É importante que a equipe esteja ligada ao objetivo maior da igreja e não aos próprios interesses. Então, nesse sentido, o comprometimento com os valores da instituição pode ser critério de seleção, como também ser incentivado com frequência nas pessoas.

4 – A função pastoral não está ligada necessariamente à administração
Geralmente, a administração eclesiástica, independente do tamanho da igreja, é realizada pelo próprio pastor. No entanto, isso pode ser um erro. Isto porque o pastor tem a vocação para liderar, educar e ajudar pessoas, não necessariamente resolver questões burocráticas de uma instituição.

Então, considere que o pastor não é obrigado a resolver todas as questões administrativas da igreja. No entanto, se desejar seguir o caminho de gestor, o líder religioso precisa estar disposto a aprender todos os processos, além dos trâmites legais. Caso contrário, não há problema se ele apenas supervisionar a administração eclesiástica realizada por uma equipe de confiança.

Com informações FABAPAR 

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