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segunda-feira, 6 dezembro 2021

3 dicas essenciais para mixagem de áudio na igreja

Misturar os sons é uma arte também envolve talento e bom gosto, mas deve ser estudada, porque existem técnicas que demanda além da prática, muito estudo

Por Priscilla Cerqueira 

As técnicas não são verdades absolutas, mas pontos de partidas, caminhos facilitadores para que se descobrir qual é a melhor técnica para aquele momento, trabalho, com o equipamento que se tem e a sala onde se está. A mixagem de áudio na igreja é super importante. Confira as dicas na hora de trabalhar com os sons!

1 – Entender o que é mix ou mixagem

A palavra mix quer dizer misturar e em português foi chamado de Mixagem, o ato de misturar os sons: ao vivo, com banda, em estúdio, em produção de música eletrônica, no cinema, nas trilhas dos filmes, efeitos de sonoplastia e onde 2 ou mais sons forem combinados.

O profissional dedicado a MIX é chamado de engenheiro de mixagem, e é encarregado de misturar os sons captados de maneira coerente e harmoniosa, pode ser baseado em técnicas, em gosto pessoal, em uma proposta de trabalho e até misturando ambos, o importante é saber seu papel e função.

Em um CD existem processos de composição, arranjos, pré-produção, gravação, edição, mixagem, pré masterização, e por fim masterização (em maioria).

“Quem mixa tem a responsabilidade de pegar todo material captado e organizá-los em uma música equilibrada e harmoniosa: em volumes, timbres, equalização, espacialidade e profundidade, tudo para que a mensagem por trás daquele trabalho seja melhor definida e apresentada, como se estivesse lapidando um diamante”, explicou Guilherme Fahl, operador de áudio, produtor fonográfico e especialista em áudio para igrejas.

2 – Escutar e estudar sobre áudio

Hoje é muito comum por influência mercadológica, o público e até técnicos de som terem em sua mente sons qualificados com o adjetivo “bom”, mas, será que é “bom” para outras pessoas também? Será que o som “bom” faz parte do estilo? É realmente o que o artista e a produção gostariam?

Nossas referências e gostos pessoais podem trazer sugestões à nossa memória auditiva sobre o que subjetivamente é “bom” e o que é “ruim”, para um determinado instrumento ou para a composição de vários instrumentos como, por exemplo, um naipe de violinos.

Cada um pode ter seu ponto de vista estético físico, ou estético interior e emocionalmente do que é belo. Sendo assim, faz-se necessário entender a proposta daquela mixagem, se é comercial e padrão ou se existem propostas artísticas conceituais por trás da escolha dos instrumentos, dos timbres, dos volumes e prioridades dos elementos a serem trabalhados.

3 – Saber que uma boa captação ajuda muito

A captação ao vivo ou gravada começa no músico, ele faz a diferença no resultado da captação e, por consequência, de uma boa mixagem. Os músicos que tocam e cantam pensando no arranjo e no conjunto enviam o som pronto, faltando poucos detalhes.

“Conheça também os equipamentos que você trabalha, conheça e estude técnicas de microfonação e captação para ter um o som o mais pronto possível, lembrando que além dos microfones ou captadores, os cabos, suportes, pre-amp, conversores e o ambiente onde você vai captar o som também influenciam muito, evitando vazamentos desnecessários e sons indesejados”, disse Guilherme.

Dicas para um melhor som na igreja


Com informações de churchtechexpo

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