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sábado, 27 novembro 2021

3 aspectos de uma boa gestão nas igrejas

Quando os três itens – ferramentas, processos e pessoas – se juntam, a liderança começa a ver como o tempo e os recursos fluem nas igrejas

Por Priscilla Cerqueira

A gestão de igrejas e a tarefa de organizar, administrar e direcionar cada igreja é fundamental para o bom funcionamento de qualquer ministério e reflete no cotidiano de toda a congregação. Apesar de algo complexo, a boa gestão é essencial para a saúde e o crescimento das igrejas. É preciso ter uma administração forte da liderança para suportar o peso da visão da congregação para não correr o perigo de falhar.

De acordo com a plataforma Atos 6, algumas práticas de gestão de igrejas são importantes para que a mesma se destaque. Confira três delas, que são fundamentais!

1 – Pessoas certas

Além disso, igrejas com uma boa gestão têm a preocupação de descobrir pessoas com o dom de administração e investem tempo e recurso no treinamento de liderança e formação de equipes, para que os diversos serviços sejam realizados de forma eficientes e sem haver sobrecarga para uma minoria e principalmente para o pastor sênior.

Um bom gestor é aquele que conhece seu time e delega funções de maneira personalizada, de modo que as habilidades de cada colaborador sejam bem aproveitadas e as tarefas sejam executadas de forma mais eficaz.

2 – Recursos tecnológicos

À medida que a igreja cresce, ela precisa de ajuda para gerenciar suas equipes, finanças, eventos, cursos e elementos de serviço.E para isso, existem diversas formas da tecnologia servir de instrumento de evangelização e discipulado.

A tecnologia pode ajudar na gestão de igrejas com softwares para centralizar as informações, unindo uma base de dados para tomada de decisões e execução de atividades. A automatização de processos, a mobilidade e a incorporação desses equipamentos podem simplificar o trabalho dos administradores da igreja, favorecendo a comunicação, crescimento e estabilidade da congregação.

3. Processos bem estabelecidos

Criar uma visão única do processo por meio da padronização das tarefas é cada vez mais necessário para obter a tão desejada excelência organizacional.

As igrejas também precisam ter seus processos bem estabelecidos e os colaboradores precisam entender os processos do início ao fim. Assim, incentivar esta compreensão é interessante para todo mundo: colaboradores ficam mais motivados e gestores passam a dar mais importância à equipe.

Essas igrejas ainda possuem uma declaração de visão e missão, têm estratégias e valores centrais claramente definidos, um cronograma que norteia suas atividades com objetivos e alvos a curto, médio e longo prazo, e um organograma que permite a todos visualizarem como a igreja está estruturada dentro da visão.

A capacidade de gerenciar os recursos da igreja com eficácia depende do processo de supervisão das operações da igreja pelo ministério, e isso inclui a supervisão do orçamento do ministério, despesas de capital, conformidade legal e gerenciamento de risco das operações da igreja. Esse processo de planejamento estruturado permite que a igreja estabeleça metas de desempenho e estabeleça as etapas para cumprir sua missão e propósito.

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