Igreja Presbiteriana do Brasil comemora 159 anos

Foto: Mackenzie

Com mais de um milhão de membros, Instituição histórica do país conta com mais de cinco mil igrejas e mais de 9 mil pastores espalhados pelo Brasil.

A Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) comemorou seus 159 anos de atuação no Brasil. O Culto Solene foi no último dia 10, no auditório da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo. Várias autoridades eclesiásticas da denominação e diretoria da Igreja participaram da celebração.

O evento teve discursos, música e pregação da palavra. E contou também com apresentação da Orquestra Sinodal e do Coral Intersinodal. O Rev Augustos Nicodemus, vice-presidente do Supremo Concílio da Igreja foi o preletor da noite. A mensagem foi de gratidão a Deus por mais um aniversário.

A IPB é a mais antiga denominação reformada do país. Foi fundada pelo missionário Ashbel Green Simonton em 1859. São mais de um milhão de membros espalhados pelo país. A instituição conta com mais de cinco mil igrejas, mais de nove mil pastores, mais de três mil pontos de pregação que compartilham o Evangelho da graça com a população brasileira.

Rev Augustus Nicodemus. Foto: Mackenzie

“A IPB tem buscado manter os pilares da Reforma, que consistiam numa combinação de devoção, amor a Deus, precisão doutrinária, e envolvimento com a sociedade em geral. Em sua missão e trabalho ao longo desse mais de um século e meio, a igreja prima pelo ensino da escritura sagrada, a boa teologia, a qualidade moral e intelectual de seus pastores e cuida de seus membros em suas igrejas locais. Ela entende que dessa forma nós podemos colaborar com a sociedade, entregando a ela cidadãos que sejam honestos, tementes a Deus e com uma visão ampla, que possam fazer a diferença em nosso país tão necessitado”, explicou Nicodemus.

Nesses 159 anos, o maior desafio da Instituição religiosa é o trabalho voluntário.

“Nem todas as pessoas pensam da mesma maneira, mas a igreja está a mais de 150 anos executando este trabalho. Esperamos que ainda o realize por muitos anos pela frente”, completa ele. A esperança em Deus e o olhar para o futuro não significa um abandono do presente. Lutamos e continuaremos lutando para dar educação de qualidade, alimentar os carentes e lutar pelos direitos das pessoas no agora”, concluiu.


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