Brasil prevê recorde de transplantes e doações de órgãos

Foto: Divulgação/ Ministério da Saúde

Nos seis primeiros meses do ano foram 1.765 doadores efetivos, que representa um crescimento de sete pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2017.

O Ministério da Saúde divulgou balanço sobre a doação de órgãos, tecidos e células, e transplantes realizados no país no primeiro semestre de 2018 em comparação ao mesmo período de 2017. Os dados apontam um crescimento de 7% no número de doadores efetivos de órgãos, passando de 1.653 para 1.765.

Realizando projeção do número de transplantes com base no primeiro semestre deste ano, o aumento na doação de órgãos permitirá alcançar recorde nos transplantes de fígado (2.222), pulmão (130) e coração (382) até o fim de 2018. Ainda segundo a projeção, os transplantes de medula óssea também alcançarão seu maior número na série histórica (2.684).

Com o aumento no número de doadores efetivos, ou seja, aqueles que iniciaram a cirurgia para a retirada de órgãos com a finalidade de transplante, o Brasil deve fechar 2018 com taxa de 17 doadores efetivos por milhão da população (PMP), ultrapassando a meta do Plano Plurianual do Ministério da Saúde, que prevê o alcance de 15 doadores efetivos PMP para este ano. Em números absolutos, o país deve contar com 3.530 doadores efetivos, batendo recorde da série histórica dos últimos cinco anos.

“Com o esforço coletivo será possível atender cada vez mais brasileiros e fazer mais transplantes”, disse Daniela. A coordenadora também fez um agradecimento à Força Aérea Brasileira (FAB) e as companhias aéreas comerciais pela parceria no transporte e na logística dos órgãos doados e captados. “Quero agradecer a todos os parceiros e à FAB, que a partir do decreto presidencial, favoreceu muito no aumento de transplantes no país, principalmente os de coração e pulmão”, disse a coordenadora do Sistema Nacional de Transplantes, Daniela Salomão, ao apresentar os dados.

*Da redação com informações do Ministério da Saúde


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