Psicóloga cristã batalha contra a cassação de registro


O Conselho de Ética do Conselho Federal de Psicologia (CFP) votou, pela cassação do registro profissional de Marisa Lobo, em maio, porque ela se recusou a retirar da Internet suas referências sobre sua fé cristã e desde então a psicóloga vem lutando para manter seu registro profissional.
Na última apelação, Marisa apresentou outro processo como o dela que foi arquivado. “Esta é a confirmação da perseguição religiosa do Conselho contra mim e da influência movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBTT). Isto tudo faz parte desta ditadura/ideologia política de gênero, desta desconstrução do nosso povo, da nossa fé. Não vamos nos calar! Vamos usar a arma que temos: o nosso direito constitucional é a nossa fé. Esta ditadura jamais terá êxito”, afirmou a psicóloga, ao falar sobre o processo que foi arquivado, que teve início em 2013.

O processo de Marisa teve início há dois anos, também foi arquivado, mas foi reaberto agora com a alegação do conselho de que a psicóloga tem induzido a mídia e a sociedade a acreditar e propagar que ela tenha ”curado” ou oferecido “cura gay”, o que é proibido pelo Código de Ética da profissão.

Em sua rede social ela se manifestou. “Posso perder meu registro, mas não perco a minha salvação. Vou lutar contra essa ideologia de gênero, que está destruindo a humanidade. Me perguntaram se o preço que estou pagando não é muito alto. Minha resposta será sempre: Preço alto pagou Jesus pela minha vida”, destacou. Trata-se do primeiro caso oficial no Brasil, que pode ser caracterizado como perseguição religiosa. O relator do processo votou também pela censura pública, uma punição na qual é levada ao conhecimento geral, por meio de publicação na imprensa oficial, que o profissional teria transgredido os princípios de sua profissão definidos pelo conselho regulamentador.
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