Como a Igreja deve acompanhar os enlutados?

Pergunta enviada pelo leitor

Um dos grandes desafios da vida é superar as perdas, principalmente a maior de todas, que é perder nossos entes amados. Porém uma das grandes promessas da Bíblia é saber que os mortos ressuscitarão um dia (1 Ts. 4:13-17). Assim, a Igreja tem a grande oportunidade de confortar e motivar os enlutados a prosseguirem sua jornada sem deixar que as emoções negativas cresçam a ponto de favorecer o desenvolvimento de doenças emocionais. No entanto, o acompanhamento atento se faz necessário em todos os sentidos, como o suporte de líderes religiosos preparados, como o pastor, psicólogos e obreiros que saibam ter tato e carinho para mostrar que, nessa vida, não estamos sozinhos, principalmente na hora da dor.

A finalidade de uma comunidade de amigos e “irmãos de fé” se faz por meio de afeto e amparo. E, nesse momento de luto, a Igreja (irmãos)  pode exercer uma força que só o amor possui, que é suprir a maior necessidade humana: o anseio de ser amado, protegido e amparado.

Quando se percebe também que a emoção de tristeza não está passando e a pessoa enlutada não consegue se erguer e recuperar a vontade de viver, e o caso evolui para depressão, é necessário o acompanhamento clínico de profissionais habilitados. Isso não demonstra falta de fé e sim de que Jesus usa os métodos científicos para curar e restaurar também. Lembremo-nos da promessa eterna de Apocalipse 21:4: “E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.” 

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