Pela primeira vez, ONU terá mulher latino-americana na presidência

Foto: Atilgan Ozdil/Anadolu Agency/Getty Images

Chanceler do Equador foi eleita nessa terça-feira (05) e ocupará o cargo a partir de setembro

María Fernanda Espinosa é a nova presidente da Organização das Nações Unidas (ONU). A chanceler do Equador foi eleita nessa terça-feira (05), após disputar o cargo com a hondurenha María Elizabeth Flores Flake, embaixadora da organização em seu país.

Pela primeira vez, ONU terá uma mulher latino-americana na presidência. Espinosa é a quarta mulher escolhida presidente por meio de Assembleia Geral, que é um dos principais órgãos das Nações Unidas, cujos 193 Estados-membros estão presentes.

De acordo com o Monitor Digital, a chefe da diplomacia equatoriana recebeu apoio de 128 países, contra 62 obtidos pela hondurenha e assumirá o cargo a partir de setembro. Ela ocupará a presidência durante o 73° período de sessões e substituirá o eslovaco Miroslav Lajcak.

A hondurenha Maria Elizabeth Flores Flake disputou o cargo com a atual presidente. Foto: Reprodução

Durante a sua posse, a equatoriana disse que está muito feliz por representar a organização. “Agradeço profundamente o voto de confiança depositado hoje no Equador para presidir esta Assembleia”, disse.

Espinosa, de 53 anos, dedicou sua vitória a todas as mulheres do mundo que hoje participam da política e que enfrentam “ataques, machismo e discriminação”. Ela destacou que esta é “a hora de agir para consolidar a paz e prosperidade entre as gerações”.

MULHERES NA PRESIDÊNCIA

A ONU já teve três mulheres na presidência da Assembleia Geral: em 1953, a indiana Vijaya Lakshmi Pandit foi eleita; em 1969, a liberiana Angie Brooks; em 2006, foi a vez de Sheikha Haya Rashed Al -Khalifa, do Bahrein.

A Presidência da Assembleia Geral é ocupada, a cada ano, por um representante de uma determinada região do planeta e, desta vez, será a América Latina e o Caribe.

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