A missão da Igreja enquanto seguimos Jesus

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Ouve-se de muitos incrédulos o argumento de que, apesar de não acreditarem que Jesus seja Deus, ele pareceu ser um cara muito legal – e um grande professor moral.

Mas, curiosamente, os que não seguiram Cristo como Senhor durante seu ministério terrena discordaram veementemente. Os líderes romanos e judeus não viram Jesus como um líder de pensamento quente e confuso, eles o viram como um radical cujo ensino se opunha a tudo o que eles supunham que a religião deveria ser.

Em Mateus 22, tendo acabado de silenciar os saduceus, Jesus mais tarde se encontrou confrontado pelos fariseus que perguntaram: “Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?” Com a esperança de que não soubesse responder. Esses líderes religiosos provavelmente tiveram alguns olhares orgulhosos pintados em seus rostos.

Tente o quanto puderem os fariseus simplesmente não podem deixar o Deus do Universo sem resposta. Jesus respondeu: “Ame o Senhor, seu Deus, com todo o seu coração e com toda a sua alma e com toda a sua mente”, o segundo maior mandamento, acrescentou, era “Amar o próximo como a si mesmo”.

O CHAMADO

Como seguidores de Jesus, nossa missão aqui na Terra está embrulhada em uma palavra de quatro letras preenchida pelo poder: o amor. Porque amamos a Deus com tudo o que somos – coração, alma e mente – somos levados a amar nossos vizinhos e companheiros.

Nossos vizinhos, ensina Jesus mais tarde, não são apenas as pessoas em que nos identificamos, conversamos ou convivemos. Mas também os que são de outras comunidades, culturas e grupos religiosos, em todo o mundo. Mesmo que tenhamos pouco em comum com eles em termos de costume ou tradição, mas nada disso importa à luz da última palavra de Cristo para seus discípulos: “Ide”.

Jesus disse a seus discípulos para irem, levantar-se e se mover para mostrar e compartilhar seu amor em um mundo ferido. Mas o que aprendemos é que a chamada para “ir” pode e deve parecer diferente para cada um de nós. Alguns podem encontrar-se indo para o exterior, outros de nós não se aventurarão mais longe do que a próxima cidade ou cidade.

Muitas vezes, o trabalho missionário é tão pouco glamuroso quanto bandagem das feridas de outras pessoas, sejam elas físicas, espirituais ou emocionais. Não existe uma jornada exótica e internacional – é apenas uma pessoa que adota a ação para trazer outra para um lugar de cura ao pé da cruz de Cristo.


*Com informações do Christian Today

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