Mídia mundial ignora a guerra do islã contra os cristãos, denuncia jornalista

O influente jornalista britânico Piers Morgan, editor do Daily Mail, um dos maiores jornais do Reino Unido, é conhecido por suas opiniões conservadoras. Isso lhe rendeu muitas críticas quando apresentava seu programa na CNN entre 2011 e 2014.

Durante uma entrevista para a rede Fox News, Morgan atacou a grande mídia, por estar ignorando deliberadamente a guerra travada pelo Islã contra o cristianismo, especialmente no Oriente Médio e norte da África.

Ao comentar sobre os recentes ataques terroristas que deixaram mais de 45 mortos em duas igrejas coptas do Egito, ele acredita que o assunto, embora “incrivelmente significativo”, estava recebendo pouco destaque da imprensa.

“Penso que, infelizmente o que acontece no Oriente Médio não recebe o mesmo tipo de atenção que receberia caso fosse nos Estados Unidos ou na Europa. Vimos um pouco disso com o atentado na Suécia, recentemente, e duas semanas antes, em Londres. Eles receberam muito mais atenção da mídia”, reclamou, comparando o tempo destinado a essas matérias pelos grandes meios de comunicação.

“Sabe, se você olhar para o que Estado Islâmico realmente significa e o que eles estão fazendo no Oriente Médio, de modo especial no Egito, é um tipo de ataque genocida aos cristãos e ao cristianismo”, alertou. “Eles querem erradicar o cristianismo, e querem o envolvimento de todos os muçulmanos em sua causa, eles querem que seja uma guerra santa, onde no final os cristãos desaparecerão”.

Para o premiado jornalista, “esse assunto não está recebendo a atenção que merece na mídia de todo o mundo.”

Enfatizou ainda que a mensagem após cada atentado é clara. “No ataque de São Petesburgo [Rússia], eles deixaram muito claro que essa é uma guerra contra a cruz. Eles [EI] disseram isso quando assumiram a autoria. Eles estão em guerra contra os cristãos e contra a cruz”, acrescentou.

Piers insiste que esse é um assunto sério, que deveria receber destaque em todos os jornais e TVs do planeta, mas ele não consegue entender por que isso não está acontecendo.

Os currículos escolares palestinos são inspecionados por doadores internacionais que financiam a Autoridade Palestina, segundo o jornal Times of Israel. Isso inclui um grande investimento da Grã-Bretanha em escolas palestinas, enquanto outros países europeus pressionam Israel a tomar medidas em prol da paz.

O Islã não é usado como uma ferramenta política nas classes, mas a mensagem educacional “inclui preconceitos em relação aos não-muçulmanos”, segundo o estudo IMPACT-se.

O abuso islâmico de crianças palestinas se estende além do contexto educacional. Dezenas de milhões de dólares de ajuda externa foram destinados para ajudar crianças feridas nos conflitos, mas ao invés disso, “foram usados por famílias de membros do Hamas que registraram falsamente seus filhos no programa”, segundo o Times of Israel.

Esse abuso também acontece fora do conflito israelense-palestino. O grupo extremista Estado Islâmico usa crianças como soldados e para realizarem atos horríveis, incluindo simulações de decapitações em bonecas.

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