Memória afetiva dos filhos

Para estar na memória de seus filhos, esteja presente na vida deles hoje

E como você tem pensado sobre isso? O que você tem feito para estar, de maneira prazerosa, na memória de seus filhos?

Essa é uma preocupação que deve ser pensada na atualidade, pois, como dizem, “somos uma geração que não vive, mas sobrevive”.

Será que a forma como tem tratado a família tem deixado marcas boas? Será que os exemplos terão um efeito positivo no desenvolvimento e no caráter no longo prazo?

O que quero deixar – não no quesito bens – para minha descendência a partir de mim? O que irão aprender com minha presença?

No meu velório, o que dirão? “Foi tarde” ou “poderia ter ficado mais tempo comigo”? Isso é uma reflexão, baseada nos últimos acontecimentos desastrosos em relação ao que lemos nos jornais sobre família.

Claro que não há receita de bolo quando se trata de educação dos filhos, e essa relação vai se construindo. Mas até onde eu conheço meus filhos e eles me conhecem? Até onde vale a pena sobreviver nessa relação familiar em vez de viver?

Apenas um motivo para pensarmos. Como eu e você faremos para mudar nossa rotina e agregar nossos filhos à nossa vida? Faça o seu melhor. Rápido. Urgente.


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