Je Suis Charlie!

Confesso que fiquei impressionado com a mobilização mundial em favor dos mortos no atentado ao jornal satírico “Charlie Hebdo”, de Paris.

O ataque àquele veículo de comunicação chocou a todos nós. Mas duas coisas me chamaram a atenção em toda essa tragédia. Primeiro foi a ânsia dos meios de imprensa em afirmar que, apesar dos ataques e das mortes, todos os muçulmanos são bonzinhos. O discurso usado alega que essa “ação de radicais não tem nada a ver com a verdadeira religião muçulmana e que qualquer coisa além disso é islamofobia!” Isso não é verdade. O ataque dos radicais islâmicos se deu porque eles acreditam que os “infiéis” devem morrer (… golpeai-os acima dos seus pescoços e arrancai todas as pontas dos seus dedos. Não fostes vós quem os matastes; foi Deus”. Sura 8:13-17). A segunda coisa que me despertou a atenção foi constatar como os países europeus estão se “islamizando” muito rapidamente. Em nações como França, Alemanha, Inglaterra, Bélgica, o crescimento da população é negativo (morrem mais do que nascem), mas entre os muçulmanos essa taxa é superior a 5%, ou seja, em um período entre 30 e 50 anos, em muitos dos países europeus, o número de muçulmanos será igual ou maior do que os nativos. Eu tenho que ser Charlie! Enquanto isso, o cristianismo continua “ladeira abaixo”. Quanto mais rica a nação, mais pessoas negam suas raízes protestantes. Esta geração Y, que está tomando o comando, é avessa a Deus. Tudo está facilitando o crescimento do islamismo na Europa: se de um lado, existem pessoas que não acreditam em nada, de outro, há aqueles que dão (literalmente) sua vida por Alá. Tenho medo no que isso vai dar. Por isso talvez seja melhor ser Charlie do que Mohamed!

 Meu Malvado Favorito
A Bíblia nos relata que TODOS os reis do norte fizeram o que era mau perante o Senhor. Mas de todos os reis maus do norte, Acabe me impressiona, por dois fatores: a) como ele era mal; b) como Deus teve paciência com ele. Diz sua biografia: “O fez o que era mau perante o Senhor”. E informa: “Mais do que todos os que foram antes dele” (1 Re 16:30). Não satisfeita acrescenta: “De maneira que, cometeu mais abominações para irritar ao Senhor (1 Re 16:33)”.Não ainda satisfeito com tanta crueldade, diz o autor que ele “se vendeu para fazer o que era mau” (1 Re 21:20). Acabe não se limitou a fazer o que era mau, mas conseguiu ser pior que todos os maus.Mas o que me impressiona é que quanto mais maldade fazia Acabe, mais Deus dava oportunidade de ele melhorar. Por exemplo, por sete anos não chovia. Elias, no monte Carmelo, desafia os profetas de Baal. O que Deus faz? Manda chuva e ainda avisa: “Corre para não se molhar!!!” (1 Re 18:44-45). Os sírios se juntam, e a ordem era “acabem com Acabe!” (trocadilho até em sírio). Mas o que faz Deus? Manda um profeta avisar-lhe: “Hoje, a entregarei (a Síria) nas tuas mãos” (1 Re 20:13). Ainda assim Acabe desobedece, não mata o rei e se alia ao inimigo (1 Re 20:34). E a maldade com Nabote?  Deus não é só paciente com Acabe. Deus é paciente com TODOS nós. Nós, muitas vezes, somos mais rebeldes do que Acabe, mas Deus continua a ser paciente. Deus tem muito mais prazer em nos abençoar do que em nos castigar. Ele castiga até a terceira e a quarta geração dos que O aborrecem, mas abençoa até a milésima geração daqueles que O amam.

 Cuidado Com O Apagão
Será que Deus não é mais brasileiro? A coisa tá complicada, e só falamos da falta de água e do calor. A situação em Vitória está muito mais crítica do que imaginamos, pois 100% da captação de água são feitos diretamente dos rios, ou seja, não temos nenhuma água estocada, nenhum volume nem vivo nem morto. Quando os rios secarem… acabou a água. Por que chegamos a essa situação? Seria só a incapacidade dos nossos governantes? Acho que é hora de encarar essa situação de outra maneira. Na Bíblia a chuva sempre foi tida como uma dádiva, e sua falta, como castigo de Deus. Quando Salomão ora a Deus, ele afirma que “quando os céus cerrarem, e não houver chuva, por ter o povo pecado contra ti e orar neste lugar… e se converter dos seus pecados… perdoa o pecado… e dá chuva na tua terra…”(1 Re 8:36,36). O livro de Jó (5:10) diz que Deus “faz chover sobre a terra e envia águas sobre os campos”. Por outro lado, depois que o rei Acabe casa-se com Jezabel, Deus lhe avisa que, como castigo, teriam sete anos de seca (1 Re 17:1). Chama-me a atenção a afirmação de Salomão que, “se o meu povo se converter, Deus mandaria a chuva”. Percebo que em nossos dias nós acreditamos mais na previsão meteorológica do que na maior e mais poderosa arma que os cristãos possuem: a oração! Será que não cremos mais na profecia de Joel? “Alegrai-vos,… porque ele vos dará em justa medida a chuva; fará descer, como outrora, a chuva temporã e a serôdia” (2:23)? Será que não acreditamos mais no que o salmista afirma: “Cantai ao SENHOR com ações de graças… ao nosso Deus, que cobre de nuvens os céus, prepara a chuva para a terra, faz brotar nos montes a erva”? Creio que o apagão não é de água, mas de fé. A falta não é de energia, mas de “poder”.

 

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