Homenagem à Feliciano Amaral

Foto: Facebook

Além da família, um grande público cristão resolveu se manifestar com mensagens de carinho ao cantor.

Após a morte do bisavó, Feliciano Amaral, neste domingo (08), Sabrina Fer resolveu prestar sua homenagem. Em um vídeo publicado em sua página no facebook ela cantou a música “Aplauso do céu”, de Fernanda Brum. Além disso, escreveu um depoimento emocionante sobre a vida de Feliciano.

“Essa semana pude estar com minha família, sentir o calor do abraço deles e ver meu vovô amado. Estivemos juntos, em comunhão, como sempre fomos ensinados. Estávamos sendo preparados para o dia em que teríamos de nos despedir dele. Estávamos sendo tratados por Deus. Vovô esperou que todos chegassem e na madrugada descansou. Como é bom sabermos que nossa fé se estende muito além dessa vida”, escreveu.

Feliciano Amaral morreu aos 97 anos. E deixou um legado para milhares de pessoas que amavam a música cristã. Segundo o relato de Sabrina, o bisavó era influente até na igreja. E foi carinhosamente chamado de “Rouxinol do sertão”.

“Como é reconfortante saber que meu avô deixou, ao longo de seus 97 anos, um legado que foi muito além da nossa família. Um legado para centenas, milhares de pessoas. Mas nos conforta saber que nosso Rouxinol cantará agora no melhor coral. Me conforta saber que agora ele está no lugar de onde toda a beleza veio e pra onde eu também quero ir. Nos reencontraremos um dia. Meu rouxinol. Combateste o bom combate, completaste a carreira e guardaste a fé, agora receberá sua coroa”, declarou.

Carinho do público

Na página oficial do cantor no facebook, as mensagens não pararam de chegar. Cantores de vários cantos do país se manifestaram. “Foi um cantor que me inspirou, e sou apaixonado por ele. Mas agora ele foi embora. E só Deus para nos consolar”, disse o cantor Mattos nascimento. Cristina Mel declarou: “Nossas vidas foram extremamente abençoadas por muitas décadas através deste homem de Deus”.

Feliciano era muito conhecido. Afinal, foram 73 anos de Ministério com a música. Além disso, ele pastoreava. E se apresentava em vários lugares. Muitos tiveram a oportunidade de conhecê-lo e também quiseram se despedir. “Meu pai amava as músicas e a voz de Feliciano Amaral. Aprendi várias também. Foi morar com Cristo, e hoje já vive o que tanto cantou aqui”, diz Stela do Carmo.

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