Haja Esperança!

Do ponto de vista humano, nós cristãos enfrentamos muito mais derrotas do que vitórias.

O que me chamou atenção na derrota do Brasil nesta copa, não foram as centenas de “memes” que pipocou no zap-zap logo que terminou a partida, nem as explicações do técnico brasileiro, do Galvão Bueno ou a qualidade do time da Bélgica, mas a certeza de que continuamos vivos e teimosamente esperançosos de que em 2022 a nossa seleção será hexacampeã!

Em lugar de chorar a derrota, de culpar o Fernandinho com seu gol contra, de se lamentar pelo retorno antecipado, boa parte dos brasileiros, quase como uma unanimidade, mudou a tristeza em esperança.

Porque estou tocando nesse assunto? Por uma razão muito simples. Do ponto de vista humano, nós cristãos enfrentamos muito mais derrotas do que vitórias. Nossos tombos ao longo da caminhada muitas vezes nos machucam e até tiram nossa coragem. Então vem a pergunta: porque continuamos nessa caminhada? Porque não procuramos um outro caminho mais fácil? Porque não chutamos o “pau da barraca” e pedimos pra sair do jogo?

Paulo, escrevendo a seu filho na fé, definiu bem nosso sentimento quando disse para Timóteo que nós “temos posto a nossa esperança no Deus vivo” (1 Tm 4:10), em outras palavras, “que a nossa esperança NÃO se limita apenas a essa vida” (1 Co 15:19), mas que “a nossa esperança a respeito de vós está firme, sabendo que, como sois participantes dos sofrimentos, assim o sereis da consolação” (2 Co 1:7). Nós sabemos muito bem o que significa “assim o sereis da consolação”.

É isso que não nos deixa chorar, se desesperar, se angustiar. Celebre, pois a vitória final é nossa e não depende da próxima copa.


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