Fake woman

Norma deu a luz aos 64 anos. Foto: Origem Fotografia

Será que esse tal “empoderamento” feminino não passa de “fake news”?

Alguns dias atrás, vimos na TV que Norma Maria de Oliveira, de 64 anos, deu à luz uma menina em Belo Horizonte (MG), mas o que me chamou atenção em uma das entrevistas que ela concedeu foi a sua angústia quanto ao forte preconceito que percebeu em ser mãe com essa idade, vindo principalmente das próprias mulheres. Então passou pela minha cabeça, será que esse tal “empoderamento” feminino não passa de “fake news”?

Por mais que nossa sociedade tenha evoluído, que as relações estejam mais abertas, que haja mais liberdade para expressar nossas atitudes e desejos, parece que pouca coisa mudou. Conversei com uma amiga sobre isso, e ela fez questão de me desmoralizar, mostrando que a mulher de hoje está muito mais liberal, muito mais livre para fazer o que quiser, que NÓS, homens, é que somos preconceituosos e que não adianta, pois dentro de, no máximo 20 anos, as mulheres, que já são maioria na sociedade, estarão dominando o planeta.

Disse a ela que, por mais justas que sejam as reinvindicações femininas, aqueles que creem nas Escrituras precisam perceber que os princípios estabelecidos por Deus não são para menosprezar a mulher ou enaltecer o homem, mas para que ambos vivam a plenitude da vida. Homem e mulher foram criados com um propósito, e melhores e mais felizes serão quanto mais próximos desse plano do Pai estiverem. Toda essa evolução feminina tem levado a mulher para mais longe daquilo que Deus criou. Chega de falsas mulheres!

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