Fake news atrapalham vacinação contra HPV

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O Ministério da Saúde informou que as notícias falsas são as principais causadoras da baixa imunização

A cobertura vacinal contra o HPV para adolescentes tem sido cada vez menor, de acordo com o Ministério da Saúde. E a causa são as fake news, as chamadas notícias falsas.

Uma das estratégias do governo será fazer palestras e visitas às escolas como forma de conscientização e alcance dos jovens que precisam receber a dose da vacina. Segundo a pasta, os adolescentes acreditam que não precisam tomá-la.

O alerta foi emitido no início do mês pelo Centro Internacional de Pesquisas sobre o Câncer (CIIC) vinculado à Organização Mundial da Saúde (OMS). O órgão divulgou um comunicado afirmando que a vacina é segura e indispensável para eliminar o câncer de colo do útero.

Por meio de nota, o ministério informou que “o reinício do período escolar é um momento importante para que pais e filhos fiquem atentos à atualização da caderneta de vacinação. A medida evita a ocorrência de doenças entre os adolescentes”, diz o ministério.

O HPV é uma doença transmitida pelo papiloma, vírus humano que causa cânceres e verrugas genitais, atingindo meninos e meninas. A vacina só é administrada na adolescência, daí a importância da conscientização.

Vacina

A vacina contra o HPV estão sendo ofertadas nas Unidades Básicas de Saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). A meta do ministério é vacinar, com as duas doses, 80% dos adolescentes, tanto meninas quanto meninos.

A vacina é voltada para meninas com idade entre 9 e 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Eles devem tomar duas doses, com intervalo de seis meses entre elas.


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