Flórida – Devastação pós furacão Michael

Ondas geradas pelo furacão Michael, no condado de Franklin, na Flórida. Foto: Steve Nesius/ Reuters

Duas mortes foram registradas na região Noroeste do Estado da Flórida, nos EUA, que vive um cenário de destruição e sem luz. Furacão chegou a um vilarejo à beira-mar no México e foi completamente destruído.

Duas pessoas morreram, centenas de milhares ficaram sem eletricidade, outras tiveram seus lares danificados ou destruídos, inundações e devastação por toda a parte. Esse é o saldo da passagem do furacão Michael, segundo a apuração feita nesta quinta-feira (11) pela imprensa e por instituições da Flórida, nos Estados Unidos.

O Furacão Michael hoje está longe da Flórida. E se tornou uma tempestade tropical que ainda pode causar prejuízo em sua passagem pelo Sudeste dos EUA, a caminho do Atlântico.

Segundo a Agência EFE, o número de mortos pode aumentar à medida que avancem os trabalhos de resgate e busca de pessoas entre as montanhas de escombros formadas com todo tipo de objetos e materiais destruídos pelo furacão

As duas mortes confirmadas até agora aconteceram ontem por causa da queda de árvores sobre as casas. As vítimas são um homem de Greensboro (Flórida) e uma menina de 11 anos que vivia em uma região da Geórgia que faz divisa com a Flórida.

Destruição na Flórida

Por conta da passagem do Michael, mais de 358 mil famílias e lojas estão sem serviço de energia elétrica em toda a Flórida

Segundo o canal de informação meteorológica Weather Channel, 900 mil casas e lojas ficaram sem energia elétrica na Flórida, Alabama, Geórgia, Carolina do Norte e do Sul.

México

Uma cidade pequena e aconchegante à beira mar, com apenas mil habitantes, se transformou em um cenário de guerra depois da passagem do furacão Michael em Mexico Beach, Florida. A cidade foi atingida em cheio pelo furacão com categoria 4 e ventos de 155 mph (250km), em um dos furacões mais devastadores da história americana.

De acordo com as autoridades, algumas famílias perderam tudo: casas, carros, isso sem contar a falta de água potável e energia elétrica. Quarteirões inteiros foram reduzidos a entulhos, pedaços de concreto e lama. Barcos foram lançados na praia e se quebraram como brinquedos. Cerca de 280 moradores da cidade se recusaram a deixar suas casas e muitos deles tiveram de ser resgatados durante a noite.

*Com informações da Agência EFE


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