Pedro Parente pede demissão da Petrobras

Pedro Parente deixa a Petrobras após 2 anos no comando da Estatal. Foto: Reprodução Web

Ele comunicou a decisão por carta enviada ao presidente Michel Temer.

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, pediu demissão na manhã desta sexta-feira (1º) em caráter “irrevogável e irretratável”. Ele ficou por 2 anos no comando da estatal. O comunicado foi feito por carta enviada ao presidente Michel Temer.

“Minha permanência na presidência da Petrobras deixou de ser positiva e de contribuir para a construção das alternativas que o governo tem pela frente. Sempre procurei demonstrar, em minha trajetória na vida pública que, acima de tudo, meu compromisso é com o bem público. Não tenho qualquer apego a cargos ou posições e não serei um empecilho para que essas alternativas sejam discutidas”, disse o executivo na carta de demissão.

Parente alegou que a greve dos caminhoneiros impulsionou a decisão, já que vem enfrentando críticas por conta dos preços de combustíveis adotados pela estatal em sua gestão. Desde Julho do ano passado, o preço da gasolina e do diesel comercializado nas refinarias dispararam mais de 50%. Os constantes reajustes foram um dos pontos mais criticados pela greve dos caminhoneiros e dos petroleiros.

Por comunicado, a Petrobras informou que “a nomeação de um CEO interino será examinada pelo Conselho de Administração da Petrobras ainda hoje (1º). A composição dos demais membros da diretoria executiva da companhia não sofrerá qualquer alteração”.

Pedro Parente, 63 anos, estava no comando da Petrobras desde junho de 2016. Ele substituiu Aldemir Bendine, que foi preso um ano depois de reunciar o cargo, na Operação Lava Jato.

*Com informações Agência Brasil 

Aproveite as promoções especiais na Loja da Comunhão!