Cidadão ou cristão que transforma

Se somos do céu, como se portar neste mundo? Foto: Reprodução

Deve um cristão se envolver com as coisas deste mundo, ou, como nosso “reino” não é aqui, devemos apenas se preocupar com o céu, pregar o Evangelho, frequentar a igreja…?

Nunca na história da Igreja essa questão foi tão discutida. Deve um cristão se envolver com as coisas deste mundo, ou, como nosso “reino” não é aqui, devemos apenas se preocupar com o céu, pregar o Evangelho, frequentar a igreja…? Se essa questão em épocas menos apocalípticas nunca teve um final feliz, agora então, com toda essa crise, tem tudo para mais uma vez rachar qualquer igreja.

Os defensores da espiritualidade total alegam que, se o mundo nos odeia, qualquer atitude de amizade com ele nos torna inimigos de Deus. Já quem prega a nossa responsabilidade como cidadãos lança um argumento questionador: como podemos ser sal se não sair do saleiro e cair no meio de onde esse tempero exerça sua influência, mesmo com risco de ser “dissolvido”?

Talvez a saída esteja no exemplo do próprio Cristo, que pede que nossa luz brilhe diante dos homens (apesar de muitos acreditarem que precisamos brilhar no púlpito ou diante da igreja), mesmo que “no mundo” tenhamos aflições. Paulo recomenda que o cuidado é para não tomar a forma dele, mas ser fator de transformação.

Nunca nosso país precisou tanto dos verdadeiros cristãos. De pessoas que possuem um padrão ético e moral que não é regido pelo que acho, mas sim pelos princípios emanados da Bíblia, com todo risco de ser punido por Deus. Temos apenas que separar quem são os verdadeiros dos falsos cristãos, que estão desde as primeiras eleições livres tentando enganar a todos. #cristãoquetransforma.

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