A voz do povo não é a voz de Deus!

Nossa sociedade vive hoje uma situação estranha e complicada. A cada instante somos desafiados a decidir se somos contra ou a favor, por exemplo, dos abortos, casamento gay, adoção de filhos por casais homossexuais, aquecimento global, ficha limpa, etc. E não tentem dizer que isto não é importante, porque é.

Do mesmo jeito que as contestações “hippies” das décadas de 60 e 70, mudaram todo o padrão ético e moral do mundo de hoje, as de hoje influenciarão a do futuro. Ou seja, ser contra ou a favor de casamento gay vai influenciar daqui a 20 anos. Logo, a opinião contestadora de um beijo homossexual de hoje pode ser uma antevisão de qual valores e parâmetros irão nortear nossas vidas amanhã. Percebeu como isto é sério?

Sabemos que os princípios de Deus são os nossos absolutos. Se, conscientemente abandonamos os absolutos e substituímos pela opinião da maioria, mesmo que hoje seja apenas em questões pessoais, ela chegará às questões básicas de nossa fé, então por mais que seja importante a voz da maioria, me desculpe Pelé, mas ela não é a voz de Deus.

A igreja precisa estar disposta a pagar este preço em nossos dias. Não podemos mudar a mensagem, alterar o conteúdo, “dourar a pílula” para enganar o povo. Temos que pregar a Palavra, mesmo que nos custe a vida. Percebe como é importante sua opinião hoje sobre os temas atuais. Seu silêncio, sua omissão pode ser o sofrimento de toda uma igreja no futuro.


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