A igreja deve se posicionar sobre as eleições?

A FAVOR

Se a natureza institucional da igreja tem correlação direta com o exercício da cidadania, pois a mesma se constitui de cidadãos, parece-nos razoável que marcar um posicionamento no processo eleitoral está implícito aos deveres e direitos da vida civil dessa organização.

É preciso sopesar sempre a pertinência dessa parcela da sociedade civil organizada, também chamada de igreja, e sua total legitimidade em discutir e se posicionar em qualquer tema ou pleito eleitoral como parte do povo, seja no sistema das eleições majoritárias ou proporcionais.

O inimigo tenta e quer alijar a igreja desse processo, um líder tem o dever moral de instruir intelectualmente os membros, sob as melhores opções no pleito eleitoral.

O que não se pode confundir com inspirações imorais que desvirtuam rebanho por “curral” eleitoral. Nesse sentido, entendo salutar o posicionamento e participação da igreja nos debates e posicionamentos relacionados às eleições.

 

Contra

A igreja não deveria se posicionar de forma político-partidária porque ela não é curral eleitoral e nem o púlpito é palanque. O papel da Igreja é denunciar a injustiça, a corrupção e tudo aquilo que vai na contramão dos valores que Deus nos ensina através das Escrituras Sagradas. Mas não se pode chegar no púlpito e falar em quem votar.

A Igreja deve orientar seus membros princípios de valores, sem partido político.

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